sábado, 31 de dezembro de 2016

balanço

Eu gosto de números ímpares. Meu aniversário é em um dia ímpar. Mas quando eu vi que o ano ia terminar e o blog ia ficar com 39 posts, deu um pouco de pena.

Dei uma olhada nos meses. Fui melhor no meu objetivo de fazer quatro posts por mês do que inicialmente esperava. Quando você olha os números por mês, parece que falhei bastante, mas quando se distribui o valor de posts eu falhei bem menos.

Considerando o caos, não é surpresa que o blog não tenha reunido milhares de leitores. Também não é surpresa que minha mãe seja a leitora mais assídua. Eu não esperava nada diferente. Se quisesse atrair atenção, teria seguido outro modelo de postagens. Teria postado o link do blog nas minhas redes sociais. Mas sabe, não estou fazendo isso para ter sucesso. Não sei muito bem porque estou fazendo isso, na verdade, não mais do que sabia janeiro passado. E continuo achando que tudo bem não saber, que "porque eu quero" é uma justificativa boa o suficiente.

Talvez eu esteja escrevendo para mim mesma. Têm pessoas que fazem diários na internet; aqui é mais como um depositório de pensamentos, de coisas que eu quero registrar de forma ligeiramente mais sistemática do que quando tento falar.

É muito diferente escrever um blog e escrever um livro, um texto, uma ficção sua. Você espera reações diferentes. Você tem objetivos diferentes. Eu tenho um número minúsculo de textos originais postados ou mostrados para amigos quando em comparação com todos os que só eu li. Eles são mais importantes. Seria embaraçoso se algumas pessoas encontrassem esse blog, mas não seria terrível. É uma coisa para me divertir e não é nem um pouco séria ou organizada. Não tem problema alguém ler e pensar, socorro, que ruim.
Agora, tudo o que eu quero para a minha escrita original é que o mínimo possível de pessoas tenha uma reação negativa. Então eu guardo e reviso e reviso e esqueço e reviso. E ainda não estou pronta.
Vou estar um dia.

Até lá, vou continuar por aqui.
Feliz 2017.
(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

Uma Homenagem a George Michael

Muita gente morreu esse ano. Muita gente morreu no mês de dezembro. Muita gente morreu nas últimas duas semanas. Dessas mortes, provavelmente a que menos me afetou foi a do George Michael.
Quer dizer, foi triste e tudo. Ele parecia ser um cara legal, parece que fazia várias doações e que deu direitos autorais de músicas para instituições de caridade. E ninguém merece encontrar alguém que ama morto na véspera de natal. Mas eu não ouvia a música dele, e a única música que eu sabia que era dele e que apreciava, na forma intensa com a qual se aprecia um bom meme, era Careless Whisper. Obrigada, Deadpool.

É justamente pela distância que, nesse post, George Michael será o representante de todas as outras mortes de 2016. Quando é uma pessoa desconhecida, é mais fácil pensar na falta que ele vai fazer, nas coisas que ele não vai concluir, em tudo o que ficou para trás. É mais fácil desprender e ficar triste e seguir em frente, e te dá esperança de conseguir superar as mortes mais próximas.

então, George Michael. essa é para você, e para a sua vida, e para todas as pessoas que você tocou ao longo dela. eu não sei se tem alguma coisa além disso e eu não sei se as coisas acontecem por algum motivo, mas é muito reconfortante imaginar que sim.

Deixo aqui a versão do diretor de Sexy Sax Man Careless Whisper Prank feat. Sergio Flores.


ei, feliz ano novo.
 
(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

youtuber vs blogger

(não, esse não é um post sobre treta)
Eu assisto muito youtube.
Falando sério, muito. Antes me restringia aos youtubers britânicos e americanos, e do final do ano passado para cá comecei a dar atenção para youtubers brasileiros. Agora, no geral, acho que faz uns três anos que youtube -na forma de youtubers- apareceu na minha vida.

FATO - em algum momento, todo mundo que assiste youtubers considerou se tornar um deles.
Esse é um fato em caps lock, ou seja, é inescapável e inegável. Então é claro que também se aplica a mim.

Honestamente, se minha habilidade de editar vídeos fosse > 0, eu teria tentado. Só teria acontecido. Eu tenho vídeos de pijama falando para uma câmera. Se eu soubesse o que fazer com aquilo, é bem possível que o pequeno monstro que eu era com 15/16 anos tivesse decidido tomar medidas drásticas com aquilo, como postar na internet.
Mas abençoada seja minha total inabilidade em todas as tecnologias, que impediu esse terrível, terrível erro.

Eu não sei falar. Já considerei fazer aulas de oratória, porque me enrolo toda quando estou contando histórias ou quando fico animada ou quando sou colocada na frente de pessoas. Esse semestre tivemos que dar opinião sobre como uma das matérias tinha sido, e eu usei a palavra "louco" três vezes em um minuto. Sim, como gíria. Foi terrível.
Agora imaginem eu tentando fazer um troço que depende de falar. Imaginem se, já levando o cenário para o campo das ideias fantasiosas, eu fizesse sucesso e precisasse dar entrevistas e participar de eventos. Seria uma tragédia.
é verdade que se eu conseguir sucesso escrevendo livros vai acontecer exatamente a mesma coisa mas isso é IRRELEVANTE

Eu sou melhor em falar do que escrever. Escrever também é difícil, mas dá para revisar, e eu me aproveito disso ao máximo. Reviso todos os meus trabalhos três vezes antes de entregar.
 
"A parte linda de escrever é que você não precisa acertar de primeira, diferentemente de, digamos, um neurocirurgião."
Provavelmente deveria revisar os posts várias vezes também, mas não sou tão pilhada assim.

Então eu nunca fiz um canal no youtube. Mas esse já é meu segundo blog, e eu tenho contas em uns dois sites de fanfic. É muito mais confortável para mim mostrar o que penso desassociado da minha forma física. E o que fica na internet é para sempre, então escolho com cuidado o que coloco nela - mal uso o facebook, tenho um pseudônimo em vários sites, e por aí vai.

Youtubers e blogueiros são similares em muitos níveis. Várias pessoas circulam em ambas as plataformas e se dão muito bem com isso. Já eu estou bem assim.

(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

animes de 2014 que mudaram a minha vida

(mas não necessariamente em 2014, porque eu sou péssima em ver animes no ano em que eles lançam)
Ok, não vou negar que estou me baseando na lista de Top 20 Melhores do My Anime List aqui. E preparem-se, porque esse vai ser longo.

-Zankyou no Terror


Eu assisti ZnT duas vezes. Uma vez sozinha, uma vez com os meus pais. Chorei nas duas. Quero ver de novo.
Zankyou no Terror começa parecendo ser um anime sobre terrorismo. E meio que é. É um anime sobre terroristas com motivos muito bons, e sobre amizade e pertencimento, e sobre enigmas e embates intelectuais. E sobre lágrimas. Não consigo falar mais do que isso.

-Gekkan Shoujo Nozaki-kun

O maravilhoso desse anime é que ele brinca com o próprio gênero. O Nozaki-kun do título é um mangaká de shoujos (ou seja, mangás de romance) que nunca se apaixonou. Eles pegam todos os estereótipos de shoujo e distorcem, e socorro, é absolutamente hilário. Eu acompanho o mangá até hoje.

-Kuroshitsuji: Book of Circus


A temporada original de Kuroshitsuji lançou em 2008. Acontece que, por motivos que desconheço, um arco inteiro do começo do mangá foi cortado e não apareceu no anime. Seis anos depois, TCHARAM! Book of Circus.
Além de ser super nostálgico e confortador rever os personagens antes do caos que foi a segunda temporada, o arco do circo é um dos melhores e mais devastadores do anime. Tipo, juro. Eu tinha esquecido que Kuroshitsuji podia ser tão brutal. Foi terrível e foi ótimo.

-Haikyuu!!


ASUGDUGASDGGUGD TENHO MUITOS SENTIMENTOS
Um anime inteiro sobre garotos (que logo se tornarão seus mais de cinquenta filhos) jogando vôlei. É isso. Todo mundo em Haikyuu!! é uma criança preciosa que deve ser protegida. Eu literalmente grito durante episódios. Eu tiro fotos de quadros do mangá e envio para minha amiga com comentários exaltados. Escrevi uma fanfic de 9 capítulos e 30 páginas no word sobre essas crianças. Eles estão no meu mousepad. Eu amo Haikyuu!! muito muito muito. As exclamações do título não são um acaso.
essa é exatamente a imagem do meu mousepad
 (cuidado com animes de esporte, eles consomem almas)

-Shigatsu wa Kimi no Uso


...tanto sofrimento. Tanto sofrimento.
Música e amor e superação e amadurecimento e dor. Pronto, resumi a trama. É um shoujo dramático e veio para te dilacerar da forma mais bonita possível.

-Tokyo Ghoul

*respira fundo*
O anime em si fez umas escolhas meio duvidosas, mas foi o anime que me fez ler o mangá, e o mangá absolutamente mudou minha vida. Tramas ótimas, extermínios em massa de personagens que você gostava, questões existenciais e reflexão sobre o que é a condição humana.
Eu já não recomendo Tokyo Ghoul em sua forma bruta (o mangá) para ninguém. Chega um momento em que você percebe que ninguém merece ser jogado nesse vórtex de agonia. Meu amigo disse que estava pensando em ler e eu disse, "por favor, pense muito bem antes de começar".
TEM UMA MÚSICA DE ABERTURA MUITO BOA CHAMADA UNRAVEL PELA QUAL EU VIVO E CHORO

-acabei de perceber que os níveis de sofrência de 2014 foram muito altos. só dois dos animes dessa lista trazem alegria ao invés de tristeza, e isso explica muita coisa sobre onde eu estava em 2014.

menções honrosas de não-vi-ainda-mas-planejo


-Kiseijuu: Sei no Kakuritsu

alienígenas que tomam humanos como hospedeiros? algo assim? aparentemente é muito bom, mas sinto que contém altas doses de sofrimento. não sei se estou preparada.

-Barakamon

engraçado e bonitinho, aquela trama básica de uma pessoa babaca descobrindo a própria humanidade. já vi uns dois ou três episódios, mas aí parei por motivos de é isso o que eu faço quando vejo anime =B

-Nanatsu no Taizai

tipo, tem no netflix? e tem segunda temporada? e fez muito sucesso? e teve gente dizendo que foi o melhor do ano? honestamente, não despertou meu interesse enquanto lançava e ainda não desperta, mas sinto que são muitas facilidades e que eu devia aproveitar para julgar por mim mesma.

-Omoide no Marnie

é um filme da Ghibli. tipo, duh.

extra: dois animes que fizeram muito sucesso e que por algum motivo não me interessam 

-Akatsuki no Yona

a temática princesa-que-fica-durona é bem legal, admito, mas sei lá. eu tentei começar a ler o mangá e absolutamente não rolou. quem sabe um dia.

-No Game No Life


a arte é interessante, mas. e daí? ¯\_(ツ)_/¯

Conclusão: muitos animes bons foram lançados em 2014. Vamos ver se 2017 consegue bater isso.

(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

HAMILTON. LIN-MANUEL MIRANDA.

ou, como desenvolver um interesse profundo em uma parte muito específica da história norte-americana.

ATENÇÃO!
Você gosta de... RAP?
Você gosta de... MEMES?
Você gosta de... MÚSICAS INCRÍVEIS?
Você gosta de... FICAR OBCECADO POR COISAS?
Então você precisa conhecer HAMILTON: AN AMERICAN MUSICAL.


Eu não sou uma grande fã dos Estados Unidos. Acho que já tem gente o suficiente lambendo as botas desse país faz um bom número de séculos, e não pretendo me juntar a esse esquadrão. Aprecio coisas produzidas lá, graças à globalização e à indústria cultural, mas fico por aí.
Uma das melhores coisas já produzidas nos Estados Unidos é Hamilton.


Hamilton estreou na Broadway em janeiro do ano passado. Esse ano foi indicado a 16 Tonys, dos quais ganhou 11, inclusive Melhor Musical. É um sucesso de bilheterias absoluto e considerado um fenômeno cultural.
A música de Hamilton veio do cérebro desse sedutor indivíduo, Lin-Manuel Miranda.

*sussurra* ele é tudo o que eu quero atingir na vida.

 Ok, agora uma foto na qual ele se pareça com um ser humano.

vejam que indivíduo profissional e sério

Eu comecei esse post falando de Hamilton? Era tudo mentira. Na verdade esse é um post para falar sobre Lin-Manuel Miranda, divo absoluto da minha existência.


Talvez vocês lembrem dele em House?

Ou quem sabe como o cara que fez a trilha sonora do novo filme da disney, Moana?


Ou talvez do outro musical dele, In The Heights?

Ou talvez desse personagem meio irrelevante daquele filme do menino-planta?


Ou talvez de quando ele apresentou o Saturday Night Live no  começo de outubro desse ano?


Ou talvez por ele ter ganho todos os prêmios que dá para ganhar no campo das artes que não um Nobel e um Oscar? (um Pulitzer, dois Grammys, um Emmy, um prêmio MacArthur "Genius" e três Tonys - eu daria a lista completa de prêmios e indicações, mas é longa demais para eu ter disposição de contar)

Sabe quantos anos ele tem? 36.


Ele também é casado e tem um filho adorável. Ele provavelmente também tem um cachorro. Eu não posso afirmar com 100% de certeza, mas acho que ele é bastante feliz.
Repetindo: Lin-Manuel Miranda é o que eu quero ser quando eu crescer.

Ok, eu menti de novo. Vou voltar a falar de Hamilton agora, mas não prometo conter eventuais celebrações a Lin-Manuel Miranda.


Primeiro, a pergunta que não quer calar: como eu conheço esse troço? Além de ver anime, eu também sou uma nerd de musicais? Meu deus, será que meus pecados nunca terminam?
Não. Disso me salvo (pelo menos por enquanto - talvez Hamilton me faça cair em um poço sem fundo. Vou mantê-los informados da minha degradação).
Uma coisa da qual sou culpada, porém, é de frequentar uma certa rede insocial chamada Tumblr. E o Tumblr ficou obcecado por Hamilton há alguns meses.
Sabe o que eu fiz?

Olhei e falei, "ah, certo, parece que isso existe" e segui em frente, com um certo interesse que achei que nunca seria satisfeito. Afinal, como eu conseguiria ver a peça?

Até aproximadamente três meses atrás, quando alguns dos meus amigos que são culpados do pecado de obsessão por musicais começaram a falar de Hamilton. Aí eu fiquei feita de exclamações (!!!) e percebi o óbvio: a parte mais importante de um musical são AS MÚSICAS. Assim, acessei o Youtube e ouvi as 46 músicas que formam o espetáculo de duas horas e meia.
Aí eu ouvi de novo. E de novo. E fiz meus pais escutarem. E cantei as músicas em público com meus amigos Broadway-maníacos. E fiz outra amiga escutar, e no mesmo dia cantamos alguns duetos enquanto eu me esforçava para fazer o acompanhamento no violão.

Ok, acho que já fiz suspense o suficiente para falar da trama. Se eu demorar muito mais para contar sobre o que é, galera vai começar a pesquisar no google.

Sabem a guerra de independência dos Estados Unidos? Vocês lembram daquela época? Se lembram, suponho que um certo Alexander Hamilton salte à memória. Animado, fala alto, escreve como se o tempo estivesse terminando?
Como assim, vocês não estavam vivos em 1776?


Bem, parece que vou ter que explicar um pouquinho mais então. Alerta de spoilers de eventos acontecidos há mais de 200 anos atrás.
O Hamilton em questão era um órfão de uma ilha do Caribe que, assim como metade do mundo, também era uma colônia da Inglaterra. Ele foi para Nova York e se envolveu diretamente com a revolução, chegando a trabalhar diretamente com George Washington. Quando a guerra foi ganha, integrou o governo como Secretário do Tesouro. Participou da convenção constitucional. Faz parte daquele grupo conhecido como Pais Fundadores dos Estados Unidos.

Ele fez muitas coisas. Principalmente gritar. A grande maioria bem impressionante, seja de forma positiva ou negativa. E como deve ter dado para deduzir pelo título, o musical acompanha a vida dele a partir do momento que chega nos EUA para tocar o terror - o que nem chega a ser mera expressão, nesse caso.

Uma das coisas mais maravilhosas sobre Hamilton é o elenco. No original, o Hamilton é interpretado pelo próprio Lin-Manuel Miranda. Jonathan Groff, o precioso Groffsauce, (que não é exatamente do elenco original, mas está na gravação oficial) que fez coisas como Glee e Frozen, interpreta o King George III, a pessoa mais fabulosamente insana de mundo.


Agora, o elenco não é maravilhoso só por ser ultratalentoso e adorável. Ele também é multiracial. Acho que o Groffsauce é o único típico homem branco descendente de europeus de todo o elenco principal.
Conheça Daveed Diggs. Ele interpreta Marquis de Lafayette e Thomas Jefferson.


Conheça Christopher Jackson. Ele interpreta George Washington.

E essas são as irmãs Schuyler.

WORK

Quão ótimo é isso?

*curiosidade extra: Javier Muñoz substituiu Lin-Manuel no papel de Hamilton em julho desse ano. Ele é conhecido como o Hamilton sexy.

Em dezembro, saiu uma coisa maravilhosa chamada The Hamilton Mixtape. Vários artistas diferentes e várias regravações do musical. Aqui, um dos exemplos mais gloriosos: Sia, Queen Latifah e Miguel cantando Satisfied.

(essa é a cara do Groffsauce ao escutar pela primeira vez)


O canal do Youtube onde eu escutei a trilha sonora pela primeira vez está sendo lentamente destruído. Agora você precisa escutar ou pela playlist oficial do Spotify ou precisa baixar uma gravação ilegal da apresentação. Não que eu faria isso. uma amiga fez por mim e me passou o arquivo

Hamilton.

(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

cansaço = vídeos

ok eu honestamente estou muito estressada para produzir palavras coerentes hoje.
pensei: o que posso compartilhar que é vagamente interessante e que faz com que eu me sinta melhor quando estou estressada? então comecei a baixar três vídeos. está demorando um tempo surpreendentemente longo, mas vai valer a pena

apresento-lhes a trilogia Mit Heinrich, produzida pelo canal norueguês Kollektivet. a Noruega também originou What Does the Fox Say, e honestamente acho que não deveríamos nos surpreender.

o primeiro, Compliments

seguido por When Am I Supposed to Blossom


e por fim, Identify



e é isso.
(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

as pessoas falam "morte", quando o correto é "reinvenção"

Cartas.
Quem diz que as cartas morreram?
De fato, o ato de escrever no papel com a data e o local no topo, colocar em um envelope e mandar pelo correio tornou-se raro. O correio é mais para encomendas e entregas de presentes e produtos comprados na internet.

Então, sim; se você considera carta como exclusivamente o papel a caneta e o envelope, é preciso admitir que elas foram enterradas há alguns anos.
Eu não acho que cartas sejas apenas isso.

Eu fiz uma amiga pela internet através de um site de fanfic (porque claro). Faz tempo que tenho uma conta e faz um tempo desde que postei uma fanfic pela primeira vez. Faz mais tempo ainda que leio fanfics. Assim, estava consciente de que pessoas criam amizades através dessa plataforma. Dedicatórias, colaborações, comentários frequentes - eu era testemunha de tudo isso. Nunca fizera parte de algo parecido, só estabelecia contato para elogiar coisas ou para agradecer elogios às minhas coisas.

Em fevereiro, eu publiquei uma fanfic. Uma fanfic triste. E, em março, comentaram na fanfic.
"Você tem talento para magoar pessoas," ela disse. "Eu admiro isso."
Não sei se consigo colocar em palavras quão profundamente elogiada eu me senti. Não há satisfação maior do que um texto que atinge seu objetivo, e o objetivo daquele texto era magoar pessoas.
Antes de responder entrei no perfil da menina, o leve stalkismo que sempre faço quando alguém comenta. Eu já estava meio tonta de alegria. Aí saí do perfil querendo ser amiga dela.

Respondi ao comentário falando que se ela tivesse indicações de fanfics do mesmo fandom que fossem devastadoras de um jeito bom, eu apreciaria muito.
Agora, atenção para o pulo - não tem como responder uma resposta à resposta naquele site. Ou seja, se a menina fosse mesmo me indicar alguma coisa, ela teria que me mandar uma mensagem privada.
Eu pensei nisso quando respondi? Talvez. Era um convite sério e não era. Era aquele tipo de convite que você quer que a pessoa aceite, mas ao mesmo tempo sabe que é mais provável que não dê em nada.

Ela me mandou uma mensagem privada. Muito educadinha, perguntando se eu lembrava dela, e dizendo que se eu estava falando sério a respeito das indicações ela podia ir procurar.
é claro que eu lembrava.

Respondi. E ela me respondeu. E eu respondi de volta. Os tópicos iam se acumulando e as mensagens ficando mais longas. Atualmente eu entro no site para responder uma vez por mês, quando sei que tenho tempo livre, porque as mensagens evoluíram para verdadeiras cartas, cujas respostas demoram uma hora para elaborar e ocupam três páginas no word.

Sobre o que falamos? Mal sei. Sobre o fandom que nos uniu em primeiro lugar, sobre o brexit, sobre nossas experiências com Harry Potter, sobre como não sabemos fazer coisas, sobre tpm. As cartas são extensas e muitas vezes sem nexo. Talvez pudessem ser estruturadas em tópicos. O que não as torna menos cartas, para mim.
Eu gosto de cartas. Acho que sempre gostei de cartas.
Eu já troquei cartas "de verdade". Escritas em papel, com uma cor de caneta diferente a cada parágrafo. Uma professora que dava aula em duas escolas era a coruja encarregada. Era um projeto - as salas inteiras trocaram cartas antes de se conhecer pessoalmente. Fomos a única dupla que continuou trocando cartas depois que o projeto terminou. Fomos amigas, com certeza por meses, talvez por anos. Não me lembro bem.
Até que os assuntos terminaram. Apenas fechamentos nas cartas, nenhum tema novo.
Ei, também não é assim com as amizades cara-a-cara?


Talvez a carta seja um sentimento. Uma linha em um papel mandado pelo correio é uma carta? Folhas e folhas enfiadas embaixo de portas são cartas? O contexto e as etapas fazem a definição? Essa discussão pode se aplicar a tantas coisas.

Eu troco cartas pela internet. Eu tenho uma amiga em um estado bem, bem longe, e provavelmente nunca vou vê-la, e essa perspectiva não me preocupa ou chateia.
Eu troco cartas. Eu tenho uma amiga. E talvez um dia os assuntos com ela terminem também.
Ei, a vida não é feita de apostas?
Eu aposto nas cartas. (há!) (consegui estragar o post todo)

(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

domingo, 27 de novembro de 2016

quase um ano sem revelar que vejo anime e aí estrago tudo para falar de Boku Dake ga Inai Machi

Acho que não cheguei a comentar sobre isso, mas eu vejo anime. Eu vejo anime no nível problemático em que tenho camisetas de personagens e em que fui cinco anos seguidos para o Anime Friends. Vejo bem menos do que costumava (obrigada faculdade), mas eu vejo anime.

eu parei de olhar depois de reconhecer 11 para não me sentir mal
Agora, vamos estabelecer uma linha do tempo profissional e impessoal.
O ano é 2012. Começa a lançar um anime chamado Sword Art Online, vulgo SAO. O anime explode. É considerado o melhor do ano.


O ano é 2013. Shingeki no Kyojin e sua fantástica abertura surgem no mundo. os desgraçados ainda não lançaram a segunda temporada


O ano é 2014. Ok, esse ano é polêmico para mim. Ele produziu muitas coisas que eu amo e com as quais tenho laços muito fortes. Mas o My Anime List elegeu Shigatsu wa Kimi no Uso, e honestamente, eu chorei demais assistindo para conseguir discordar.


O ano é 2015. Também tenho opiniões fortes a respeito, mas acho que One Punch Man pode levar o troféu com certa segurança. parabéns por quebrar o padrão da popularidade dos animes que começam com s

O ano é 2016.
As apostas ainda estão correndo, mas acho que posso ter a ousadia de fazer um palpite.
Boku Dake ga Inai Machi. ERASED em inglês, uma tradução um tanto brutal da poesia do título original - A Cidade Onde Apenas Eu Não Existo.


O anime lançou na primeira temporada do ano, de janeiro a março. Eu lembro de ver nos sites e pensar, ah, eu devia ver isso. Meus amigos recomendavam e eu pensava, ah, eu devia mesmo ver isso.
Eu vi faz duas semanas. Não quero ouvir recriminações porque estou pegando agora uns animes que comecei quando estavam lançando em 2013, então ver no mesmo ano que lançou já é uma evolução para mim.

É mesmo o melhor anime do ano?


Um básico da trama, já que todo mundo que me mandava ver explicava pela metade: o protagonista é Fujinuma Satoru, um cara normal de 29 anos que teve os sonhos esmagados alguns anos atrás. Mas é claro que se ele fosse só um cara normal não seria o protagonista. Quando coisas ruins estão prestes a acontecer perto dele, Satoru é mandado alguns minutos para o passado por um fenômeno que chama de Revival. Ele procura o que parece estar errado e tenta impedir o desastre.

(inclusive, uma das minhas reclamações é que não se explica o que é ou de onde vem o Revival. Só acontece. Tipo, ok, não é importante, mas poxa)

Quando Satoru tinha 10 anos, aconteceu uma série de sequestros de crianças seguidos de morte na sua cidade. Ele não acredita que a pessoa presa seja a verdadeira culpada e tentou apagar as lembranças a respeito dessa época. Até que um dia algo terrível acontece, e ele se vê em um Revival que o leva para 18 anos atrás, semanas antes do primeiro assassinato. Satoru sabe que a única forma de evitar a tragédia do presente é impedindo a do passado.

As coisas ficam frenéticas a partir disso.
Boku Dake ga Inai Machi consegue ser excitante, devastador, engraçado e doce ao mesmo tempo. E outros adjetivos com E e D. Para mim também foi incrivelmente satisfatório, porque eu suspeitei de um determinado personagem desde a primeira aparição e eu ESTAVA CERTA. Foi um sentimento maravilhoso saber que eu estava certa.
~registro da conversa de whatsapp do momento exato em que minhas suspeitas foram confirmadas

sim meu fundo de whats é um cão glorioso em cima de uma pedra
Sim, Boku Dake ga Inai Machi é um bom anime, digno de reassistir. Não é o meu preferido de todos os tempos, mas é de fato muito bom e muito recomendável. Só esteja pronto para uma montanha russa de emoções, batimento cardíaco acelerado, crianças fofas, decisões ruins e lágrimas.
Não sei se vai ser lembrado como O Melhor Anime de 2016. Mas com certeza como um dos melhores.

(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧ 

sábado, 26 de novembro de 2016

Uma explicação

Conheço pessoas com blogs de livros e leitura. Eu gosto dessas três coisas (blogs, livros e leituras. Não pessoas. Nunca pessoas)
Eu nunca conseguiria fazer um blog de livros e leitura.
Um blog que estabelece um tema e um objetivo - por exemplo: resenhas de livros - fica preso nesses parâmetros. A divertida tarefa de ler um número determinado de livros por mês e depois dar sua opinião vira uma obrigação, algo que causa angústia e é procrastinado com outros trabalhos.
Suponho que seja mais fácil em um blog que possui vários colaboradores, onde cada um pode se encarregar de um livro. Mas aí é preciso confiança no comprometimento de outra pessoa, e eu tenho dificuldades com isso. Sem contar que minha cabeça não está sempre mobilizada pela mesma coisa. Amo livros e amo ler, são dois constituintes básicos de quem eu sou, mas não penso nisso o tempo todo. É cansativo pensar na mesma coisa o tempo todo. Eu preciso da liberdade de escrever alguma coisa completamente aleatória - tipo esse post - sem me sentir culpada por estar saindo do nicho.
É possível que eu passe semanas - talvez meses - focada em um tópico específico? Sim, claro. É possível que eu tenha temas recorrentes ao longo do tempo, ou talvez em posts seguidos? Com certeza. Se dependesse de mim, eu já teria feito mais três posts sobre Welcome to Night Vale, e estou aqui me contendo. Provavelmente farei mais um quando terminar de ler o livro. TEM UM LIVRO!!! E ELE É TÃO BONITO!!

Enfim.
Por mais que eu me repita, o blog nunca vai ser sobre uma única coisa. Sempre vai ter a possibilidade, ou melhor, a promessa da quebra do padrão. Talvez eu poste repetidamente sobre a nova temporada de Doctor Who e interrompa com a narrativa de um sonho estranho que tive, e siga em frente como se a ocorrência temática anterior não fosse digna de nota. Porque não será. O tema estabelecido desse blog é que posso fazer o que quiser nele, e nada precisa estar conectado.

A única regra que tentei estabelecer é a de produzir quatro posts por mês. Mesmo que venham todos juntos na última semana por causa do final do semestre (ou seja, preparem-se).
Admiro muito os que conseguem, mas está além de mim ter um blog de um tema só. Ele definharia e morreria com muita rapidez. Meu estilo é muito mais randômico.

(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧ 

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

retomada

Horário de verão. Muitos odeiam, muitos amam. Eu amo.

Tá, para ser honesta, essa semana foi bem difícil. Eu detesto quando perco minutos preciosos de sono ao acordar um pouco antes do despertador; acordar uma hora inteira mais cedo é um pouco hardcore. Assim, foi uma semana de sofrimento e sono e cansaço. Hoje é o primeiro dia em que passei a manhã acordada e disposta como costumava (o que, para ser bem honesta, não é tanta coisa assim).

Eu gosto do horário de verão por causa de memórias, acho. A primeira delas é de vários anos atrás, uma vez em que uma amiga minha estava brincando em casa. Minha mãe foi até o quintal e perguntou pra ela, "você vai dormir aqui? Porque já está meio tarde."
Nós nos entreolhamos, depois olhamos para o sol se pondo, e respondemos algo como, "mas tá cedo," e minha mãe disse, "são quase oito horas".
Ficamos surpresas e admiradas e rimos muito. É uma boa lembrança.

A segunda vem da época do ensino médio. Eu chegava em casa lá pelas quatro da tarde, e tinha prova toda semana, então ia direto estudar. O problema é que eu ia desligando conforme escurecia. Acabava encerrando umas 6, 6:30 todos os dias, sem disposição. Com o horário de verão, eu adicionava quase duas horas de estudo diários. E como sou e sempre fui nerd, achava muito bom.

Mas tudo isso é passado. Quando eu era criança servia para brincar por mais tempo, no médio servia para estudar mais. E na faculdade? O que o horário de verão vai fazer por mim? - além de me impedir de dormir no ônibus na volta para casa, digo.
Ainda não sei. Mas no primeiro dia do horário de verão eu coincidentemente fui para a casa da mesma amiga daquela primeira memória. Nós cozinhamos tortinhas de limão e ficamos conversando sobre coisas aleatórias. 
Até que minha mãe me mandou mensagem lembrando que, de novo, eram quase oito da noite.
O tempo passa, mas algumas coisas não mudam.

Talvez isso seja resposta suficiente.

(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

sábado, 15 de outubro de 2016

a mente humana é estranha - canetas

Tá, então, história engraçada - ou nem tanto, mas vou contar do mesmo jeito, então a opção é ignorar ou se resignar. Deixo aberto.

!Para os que escolheram se resignar! Uma história!

Eu escrevo, certo? (Nem sei se esse tópico já foi levantado, mas eu escrevo. Escrevo com a intensidade de mil sóis de forma quase que regular desde os doze anos. Eu escrevo muitas coisas, principalmente ficção, principalmente sobre crianças com vários problemas.
Escrevo em praticamente qualquer ambiente com quaisquer utensílios disponíveis. Uma vez, por falta de opção, tive que escrever em uma folha de partitura. Escrevo de pé em filas, e as pessoas ficam me encarando.)

Tenho um caderno que costuma me acompanhar para todos os lugares, para eu não ter que recorrer a escrever em folhas de partitura e afins. Hoje, porém, saí de casa em um horário que não devia existir de sábado, e o sono me fez esquecer desse item fundamental. Então meus progenitores, em sua infinita bondade, enviaram meu caderno, duas canetas e um lápis.

Uma das canetas eu ganhei em vestibular ano passado. A outra era uma daquelas canetas esferográficas deslizantes e mágicas. O lápis foi presente de uma amiga.
Então. Taí a parte engraçada: para o meu sistema de itens de escrita, só a primeira caneta era uma opção viável.
Pelos seguintes motivos:
-as canetas esferográficas e mágicas são usadas apenas para poesia ou frases legais
-meu caderno casual não comporta tais instrumentos chiques
-o lápis tem valor sentimental. pelo menos por esse ano.

Aí eu olhei para aquelas coisas intocáveis e pensei, ué. Por que vocês estão aqui? Até perceber que não tinha como meus pais saberem sobre o complexo sistema de significações que eu criara para minhas canetas e lápis. Ri sozinha e pensei, caramba, a cabeça de um ser humano é muito louca.

aí fiquei com um pouco de medo de todos os pensamentos dos outros que eu não posso nem começar a imaginar. Mas bem. Vamos deixar essa parte pra lá.

(usei só a caneta de vestibular)

(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Exaltação Parcamente Contida - Wild World

Depois de três anos, seis meses e cinco dias, Bastille finalmente lançou seu segundo álbum, Wild World.
Foi a única coisa que eu escutei, repetidas vezes por dia, desde o dia 9 de setembro, sexta, até segunda, dia 26. Toda vez que terminava, eu clicava para começar de novo. Foi ótimo. Eu estava tão imersa que não conseguia nem escrever a respeito. Eu demorei duas semanas para conseguir elaborar esse post, e depois esqueci de postar. Pra dar para entender como fiquei fora de ar.

-aqui, dois trailers para o álbum, um deles com a música Two Evils e o outro com uma bagunça.

Agora que dei uma respirada de ar não-bastillizado (I'm swimming to the surface / I'm coming up for air), acho que até consigo colocar meus pensamento em palavras. Talvez.
Vou ter que usar tópicos.

COISAS SOBRE WILD WORLD, DE BASTILLE


-Dan Smith ainda não foi fazer a terapia da qual ele demonstra tão urgente necessidade desde o álbum anterior
"ainda está lá, a depressividade"
TIPO, ATÉ ELE SABE.

-as letras têm muitas referências a mar e água. Tem uma música chamada As Correntes e outra chamada A Âncora. Só assim. Um exemplo.
~trecho de The Anchor em uma imagem muito bonita~
quando parece que estou perdido no mar, você é a canção que canto de novo e de novo

-muitas músicas. A versão deluxe tem 19. A versão especial do Target tem uma a mais, e eu ACHO INJUSTO E QUERO TAMBÉM.


-preocupação com o estado atual do mundo. Clara principalmente em Warmth e em Way Beyond (que em uma estrofe fala da dificuldade de diferenciar entre filmes e notícias, e acusa a realidade de ser mais perturbadora do que a ficção)

-as músicas são muito diferentes umas das outras. Tem uma que começa com trompetes (Send Them Off!), outras mais eletrônicas (acho que Campus é um bom exemplo?), e uma que consiste apenas nos vocais e em uma guitarra (Two Evils). As faixas mudam muito, e é maravilhoso.

-trechos de áudios de filmes e séries antigas foram adicionados em 11 das 19 músicas (as exceções são An Act Of Kindness, Power, Warmth, Blame, Two Evils, Oil On Water, Campus e Shame). Alguns no começo, alguns no final, outros no meio. E sempre dialogam com a letra, causando um efeito bem legal.
~aqui, um registro dessas falas feito por esse tumblr


-os clipes continuam a ser interligados e a sugerir diversas coisas que ninguém consegue entender e que ficam cutucando o seu cérebro.
(não consegui colocar todos os clipes, por algum motivo, então aqui o link de Good Grief
aqui o clipe de Fake It, que sobreviveu
e aqui o clipe de Send Them Off!, que foi lançado dia 30 de setembro)

-o álbum é permeado pela presença da Wild World Communications, uma daquelas empresas de comunicações tirânicas e onipresentes e malignas. Eu sei que é uma representação crítica do mundo atual ou algo assim, mas pode ser muito mais que isso. Porque é Bastille. Faz parte da ética deles nunca deixar os stormers entenderem tudo.

Só o que eu sei é que Night Vale gostaria bastante da Wild World Comms. A companhia se encaixaria sem dificuldades na cidade.

-TEVE UMA MENINA NO TWITTER QUE FEZ IMAGENS LINDAS TIPO AQUELA DE THE ANCHOR LÁ EM CIMA MAS NÃO ESTOU CONSEGUINDO COPIAR ENTÃO AQUI O LINK E O EXEMPLO DO QUE ELA FEZ COM UMA DAS MINHAS PREFERIDAS (Glory)

-eu gostei muito. tanto. demais. até aceitei a espera.
~mesmo porque no meio do caminho eles liberaram músicas ótimas como bad_news e Torn Apart e The Driver e Hangin', que acabaram ficando só em EP mesmo

Bastille é amor, Bastille é carinho.


(ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧